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Líder religioso preso em Jequié acusado de assédio sexual; caso segue em segredo de justiça


Na manhã desta quarta-feira (03) a equipe da DEAM deu cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva em desfavor do líder religioso, o Nacional M.M.M. na cidade de Jequié, conforme determinação do Magistrado da 1ª VARA CRIME desta comarca e Manifestação do Ministério Publico, ficando o preso a disposição da Justiça para adoção de medidas cabíveis.


Histórico do fato:

O líder religioso M.M.M. foi acusado pela conduta delituosa de ASSÉDIO SEXUAL - art. 216-A do Código Penal, que define como “o ato de constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo o agente da sua condição de ascendência inerente ao exercício de emprego, cargo ou função”. 


Nesse sentido, o autor usou da fé de varias servas fieis, como mecanismo coator de vulnerabilidade para persuadir as vítimas,  mantendo culturalmente um status de autoridade e poder de influênciar  as fiéis que destou do dever pastoral .  Assim, o acusado se apoderou diversas vezes da superioridade inerente à sua função de pastor, autoridade máxima da igreja, para perverter a confiança entre suas fiéis, usando o poder persuasivo  ao impor mecanismos cristão, para manipular mensagens de cunho sexual, carícias excessivas, elogios impróprios, relatos de sonhos eróticos, além de provocar outros atos de inconveniência em público para as servas.


Por fim, o constrangimento tomou proporções agravadoras dentro da igreja, enaltecendo as raízes do machismo estrutural, silenciando mulheres (constrangidas e envergonhadas), mantendo-se privilégios de um representante que usou da hierarquia religiosa para saciar seus desejos sexuais, tendo 07  vitimas procurado a DEAM para denunciar o Assedio.


A investigação policial culminou com a instrução processual, restando clara manete comprovado o crime que atenta contra a dignidade sexual cometida pelo líder religioso, que causou efeitos devastadores, tanto emocional, espiritual,  repercutindo na visa social , sendo remetido a Justiça, e todas as intuições, se manifestaram no sentido de reafirmar a represália social, para o que o delito não volte a ocorrer, com a expedição do Mandado de Prisão preventiva.


O Caso corre em segredo de justiça. 


Fonte: DEAM de Jequié

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