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Ato de leitura da carta pró-democracia deve reunir 8 mil pessoas em São Paulo


O ato em defesa da democracia, marcado para acontecer nesta quinta-feira (11), na Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco, em São Paulo, deve reunir cerca de 8 mil pessoas, de acordo com a organização e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP).


Será permitida a entrada de 1.400 convidados no prédio da Faculdade. A SSP recomendou a restrição por conta do espaço limitado do edifício. Do lado de fora, são esperadas 6 mil pessoas, que poderão assistir ao evento por telões instalados na frente da faculdade. Dois manifestos serão lidos no local. Ambos os textos, não citam Bolsonaro, mas defendem o Judiciário. Estarão presentes no evento empresários, juristas e artistas. A leitura da carta deve ser feita às 11h, por quatro juristas em um palco montado pelas diretoras de teatro Daniela Thomas e Bia Lessa. A previsão é que ocorram também discursos de personalidades como o da presidente da OAB-SP, Patrícia Vanzolin, e o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias. Lideranças sociais e sindicais também devem se pronunciar. O evento consagra a mais organizada reação da sociedade civil ao discurso autoritário de Jair Bolsonaro (PL). O manifesto foi organizado após o presidente reunir embaixadores no Palácio da Alvorada para repetir ataques às urnas eletrônicas e ao Tribunal Superior Eleitoral. O ato desta quinta-feira (11) será a mais organizada reação da sociedade civil aos discursos autoritários do presidente.


A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito” já recebeu mais de 868 mil assinaturas. O texto é a reedição da “Carta aos Brasileiros”, documento que foi lido em agosto de 1977 pelo professor de Direito Goffredo Telles Junior, como uma denúncia do autoritarismo e ilegitimidade da ditadura.


Informações / Metro 1

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