Após prisão, extremista Sara Geromini procura psicólogo para 'tratamento forte e intensivo'

28.06.2020

  A extremista Sara Giromini, militante bolsonarista conhecida como "Sara Winter", detalhou como foram os dez dias em que esteve presa. Em entrevista coletiva, ela afirmou que fará um tratamento psicológico a partir desta semana. “Neste momento, eu apresento todos os sintomas de estresse pós-traumático. Hoje vai ter a primeira consulta com psicólogo para dar início a um tratamento forte e intensivo", declarou na sexta-feira (27).

 

“Não vi minha família, só meus advogados. Eu estava em um lugar onde já passaram criminosos de verdade. Quando falaram que eu iria para a Colmeia, eu achei que era uma piada de mau gosto. Vocês já imaginaram o que é ser apoiadora do Bolsonaro e ser jogada em um presídio? Foi como se decretassem meu homicídio assistido ou talvez um suicídio. Não é fácil ser presa e ser a favor do Bolsonaro”, acrescentou.

 

  Nesta semana, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o pedido da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) para substituir a prisão dela por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de manter contato com outros investigados e manter um quilômetro de distância do Congresso Nacional e do STF. Sara é foi presa no último dia 15 de junho a pedido da PGR na investigação que apura ataques a instituições, como pedidos de intervenção militar e o fechamento do Congresso e do Supremo. A extremista já foi denunciada pela Procuradoria da República no Distrito Federal pelos crimes de injúria e ameaça ao ministro.

 

Informações/Metro1

 

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