Adolescente apreendido é mentor intelectual de massacre em Suzano

19.03.2019

O delegado Alexandre Dias, que investiga o massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil ocorrido na última quarta-feira (13), em Suzano, disse que o adolescente apreendido nesta terça-feira (19) foi mentor intelectual do crime que deixou ao todo dez mortos, incluindo os dois assassinos.

 

“Ele é mentor intelectual, comprou objetos, objetos que poderiam fazer ele participar daquele delito, participação dele com um dos autores na compra de outros objetos e na idealização de outros objetos.”

 

Segundo o delegado, “foram apresentadas provas de conteúdo cibernético que indicava a participação desse menor na criação do delito. Há provas testemunhais. As investigações apontam que ele é mentor intelectual junto com outro assassino menor de idade.”

 

Os detalhes sobre as novas provas que a polícia obteve sobre a possível participação do adolescente de 17 anos do massacre não podem ser revelados por estarem sob sigilo, disse o delegado em coletiva à imprensa na Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes.

 

Ainda sobre o adolescente, o delegado afirmou que “o perfil psicológico dele está sendo feito por exames periciais.”

Alexandre disse ainda que busca identificar quem vendeu a arma. “Há uma linha de investigação nesse sentido, quem vendeu a arma e ajudou eles a terem acesso a arma.”

 

O delegado Alexandre Dias, que investiga o massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil ocorrido na última quarta-feira (13), em Suzano, disse que o adolescente apreendido nesta terça-feira (19) foi mentor intelectual do crime que deixou ao todo dez mortos, incluindo os dois assassinos.

 

“Ele é mentor intelectual, comprou objetos, objetos que poderiam fazer ele participar daquele delito, participação dele com um dos autores na compra de outros objetos e na idealização de outros objetos.”

 

Segundo o delegado, “foram apresentadas provas de conteúdo cibernético que indicava a participação desse menor na criação do delito. Há provas testemunhais. As investigações apontam que ele é mentor intelectual junto com outro assassino menor de idade.”

 

Os detalhes sobre as novas provas que a polícia obteve sobre a possível participação do adolescente de 17 anos do massacre não podem ser revelados por estarem sob sigilo, disse o delegado em coletiva à imprensa na Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes.

 

Ainda sobre o adolescente, o delegado afirmou que “o perfil psicológico dele está sendo feito por exames periciais.”

 

Alexandre disse ainda que busca identificar quem vendeu a arma. “Há uma linha de investigação nesse sentido, quem vendeu a arma e ajudou eles a terem acesso a arma.”

 

Informações / G1

 

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