Dicas para ECONOMIZAR no supermercado

12.09.2018

Defina seu limite: Estipule um valor máximo para gastar na sua compra. Lembre-se de que é você quem prioriza as necessidades na sua vida, não as “promoções” de um estabelecimento comercial. Ao atingir o limite que você fixou, pare de comprar.

 

Faça uma lista de compras: Elabore uma lista prévia do que você realmente precisa e, mais importante, siga-a com disciplina. Planejamento evita desperdícios, como comprar produtos repetido, por impulso ou em quantidade maior do que o necessário.

 

Evite fazer compras mensais: Por mais que as compras mensais sejam cômodas e ajudem a economizar tempo, apostar neste modelo pode ser prejudicial para o orçamento familiar. Ao comprar por mês, você pode ter produtos com o prazo de validade expirado ou até mesmo ser levado a jogar itens estragados no lixo, um tremendo desperdício.

 

Se possível  compre na segunda quinzena do mês: A maioria dos consumidores compra no início do mês. Na segunda quinzena há uma queda normal de vendas, e as empresas ficam mais propícias a fazer promoções para melhorar o fluxo de caixa.

 

Nunca vá às compras com fome: A fome atrapalha na hora de calcular a quantidade de produtos de que você realmente precisa. Resultado: acaba comprando coisas demais. Ou, então, cai na tentação e compra alimentos que não estavam na lista.

 

Não vá ao supermercado passear: Ficar andando com o carrinho pelos corredores é um prato cheio para cair na armadilha das compras por impulso. Supermercado não é lugar de passear. Só vá se precisa mesmo comprar alguma coisa. Entre, faça suas compras e tchau.

Cuidado com os truques e ‘armadilhas’ de marketing: Tudo no supermercado é feito para você gastar mais: a música, a claridade, os corredores longos, a posição dos produtos etc.. Chocolates e doces costumam ser colocados ao alcance das crianças. Produtos essenciais costumam ficar no fundo para fazer o consumidor percorrer todos os setores.

 

Faças as contas, use a matemática a seu favor: Leve sua calculadora e confira com cuidado se os preços são bons para você. Além do preço, considere a quantidade. Por exemplo, o produto X custa R$ 5 e o Y, R$ 8, mas o X tem 500 gramas e o Y, 1 quilo. Fazendo as contas, o Y é mais vantajoso.

 

Cheque a validade e aproveite ofertas: Em geral, produtos perto de vencer ficam na parte da frente das gôndolas e prateleiras. Se for levar quantidade maior ou demorar para consumir, opte por prazos de validade maiores. Alguns lugares dão desconto em produtos próximos ao vencimento; pode ser uma boa opção se você for consumir logo.

 

Use o carrinho com moderação: Pesquisas apontam uma tendência em comprar “até tampar o carrinho” e eles até ficaram maiores nos últimos anos. Evite carrinhos grandes demais e lembre-se de que não é preciso enchê-lo.

 

Fique de olho nos ‘produtos da estação’: Se notar que alguns produtos tiveram queda de preço, aproveite para comprá-los. Por outro lado, evite aqueles que subiram muito. Nesse caso, vale até desrespeitar a lista de compras para aproveitar os preços de ocasião.

Além do preço, avalie a qualidade: Nem sempre o mais caro é o melhor e o mais barato, o pior. Também nem sempre vale a pena optar pelo mais barato para economizar se o produto não for de qualidade. Fique de olho em notícias, redes sociais e fóruns de consumidores. Evite produtos ou empresas com muitas queixas.

 

Confira os preços ao passar pelo caixa: É mais comum do que se imagina: o valor que estava marcado na prateleira vira outro quando se chega ao caixa. Além de conferir a etiqueta, confira pesos nas balanças e os preços ao passar a compra pelo caixa.

 

Se possível pague no débito ou à vista: Prefira pagar no cartão de débito ou à vista e evite jogar a despesa para frente. Isso evita a “surpresa” quanto a fatura do cartão de crédito chega e o efeito bola-de-neve nas dívidas do consumidor.

 

Fonte: App M. Dicas 

 

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