Caso Marielle: ex-PM suspeito usará amigos em bar como álibi


Advogados do ex-policial militar Alan Nogueira, preso na terça-feira (24) e apontado como suspeito de envolvimento nos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista

Anderson Gomes, dizem que testemunhas em um bar devem basear um álibi para seu cliente.

Na versão da defesa, amigos do suspeito poderiam comprovar que Nogueira estava na zona norte do Rio de Janeiro quando a parlamentar foi morta no centro da cidade em 14 de março.

Nogueira e o ex-bombeiro Luiz Claudio Ferreira Barbosa, também detido na terça, são considerados pela Polícia Civil suspeitos do assassinato de Marielle. Segundo o delegado Willians Batista, eles são integrantes, "de maneira estável e permanente" de uma milícia que atua na zona oeste carioca.

A milícia é uma organização criminosa formada por ex-policiais e policiais corruptos que atua em comunidades do Rio cobrando taxas de "proteção", ao estilo mafioso e comercializando irregularmente serviços de transporte, TV a cabo e fornecimento de gás.

Fonte: Uol

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