Com economia em crise, Jaguaquara se apresenta como um ponto fora da curva na região


Se por um lado os municípios de Jaguaquara e Maracás têm o que comemorar por causa do aumento na distribuição dos recursos do ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços – em 2018, o mesmo não ocorre com Jequié, Manoel Vitorino, Aiquara, Ipiaú e Itagibá, por exemplo. A situação mais complicada é de Itagibá, que vai perder 27,60% de ICMS. Ipiaú também vai experimentar uma redução nos cofres públicos do município da ordem de 2,20%. O prefeito Gilson Fonseca lamenta a realidade enfrentada pelo município de Itagibá, pois de 2015 até novembro/2017 já acumulava uma perda de mais de R$ 18 milhões. ”Com mais essa redução nas receitas em 2018, em torno de R$4 milhões, será muito difícil segurar o funcionamento regular dos serviços ofertados a população nas áreas da saúde, educação, infraestrutura, habitação e outros” disse, conforme publicação do site GIRO. ”Hoje, temos o amargo e o dissabor de passar por uma crise econômica, financeira, social e administrativa sem precedentes” comentou. A economia não girou em Ipiaú e se apresentou uma quase estagnação nas cidades de Lajedo do Tabocal, Manoel Vitorino, Jequié e Aiquara, com incremento pouco significativo. Em situação menor pior estão os municípios de Apuarema, Jitaúna, Lafaiete Coutinho, Itagi e Itiruçu que vão registrar aumentos percentuais menores que 5%. Economia regional em crise. Apenas Maracás e Jaguaquara se apresentam como um ponto fora da curva. Contudo, apesar de ter o que comemorar, no que concerne aos recursos que receberá do do ICMS, Jaguaquara sente os reflexos, neste último mês de 2017 dos atrasos de servidores contratados pela Prefeitura, que chegam a lamentar falta de pagamento de três meses, inclusive da área da Educação.

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